quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Juventude Democratas realiza II Encontro Nacional em Blumenau




É um evento organizado para ser simplesmente o melhor de todos já feitos pelos braços partidários de jovens. No lugar de assembléias, cerimoniais e votações exaustivas, o foco será debater em exaustão a política jovem no Brasil. Internet, a imagem dos políticos, a militância de oposição são alguns dos temas escolhidos a dedo. Tudo isso estará acontecendo dos dias 30 de outubro a 02 de novembro em Blumenau, Santa Catarina.

Entre os palestrantes estão nomes de peso. Marcelo Tas, o comandante do CQC, estará lá para revelar os macetes da complicada relação internet x jovem x twitter x política. Mário Rosa, o autor de A Era do Escândalo, falará sobre os cuidados com a imagem pública. Antonio Lavareda, o cientista político sempre convocado pelos marqueteiros, fará um panorama do cenário eleitoral.

E terá muito mais: o sociólogo Amaury Souza, o blogueiro Marcelo Vitorino (Pergunte ao Urso), o líder estudantil venezuelano Yon Goicotche a, que tornou-se símbolo da resistência contra a repressão chavista e as grandes lideranças do Democratas (deputados Rodrigo Maia, Ronaldo Caiado, ACM Neto, Paulo Bornhausen, José Carlos Aleluia; senadores Agripino Maia, Raimundo Colombo, Demóstenes Torres).

E, é claro, vai ter também muita festa. Primeiro, por que para o jovem a política significa fazer novos amigos. Para muitos que sairão de canto distantes do país e que já mantem contato pelas redes na internet, o evento é a oportunidade conhecer cara-a-cara os parceiros de militância política.

Na organização geral, está a moçada de Santa Catarina , que montou um verdadeiro quartel-general para que absolutamente todo detalhe corra bem. Afinal, a previsão é de uma festa com mais de 800 jovens.

"Vamos mostrar ao Brasil que somos uma oposição responsável. Mas também questionadora, no pique e na vanguarda - como todo jovem deve ser", resume o presidente nacional da Juventude Democratas, deputado Efraim Filho.

sábado, 17 de outubro de 2009

A juventude é insubstituível!

Prezada amiga filiada,

Prezado amigo filiado,

Quero pedir que todos vocês façam uma reflexão séria a respeito da fraude dos exames do ENEM. Muitas coisas, nos últimos tempos, me deixaram indignado, mas este caso quase me tirou do sério. Estou impressionado com mais este marco de incompetência e de desrespeito do governo do PT com a juventude do nosso país.

Nada menos que 4,5 milhões de estudantes se preparavam para fazer o exame. Todos dependiam dos resultados para garantir acesso às universidades e ao mercado do trabalho. O governo, no entanto, não teve a menor cautela e falhou miseravelmente na sua responsabilidade, no seu dever de assegurar oportunidades iguais para todos.

A fraude adiou planos, limitou sonhos e destruiu esperanças. Fiquei pensando que os jovens já enfrentam inúmeras dificuldades como a falta crônica de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, além da ausência de uma política nacional de segurança. Na periferia das grandes cidades, eles são os principais alvos do crime organizado.

Como podemos manter o entusiasmo e a confiança em um cenário devastador como esse? Temos de renovar valores como a honestidade e a crença no futuro. Logo ali adiante podemos passar nosso país a limpo. E precisamos lutar, com força, contra a desesperança. Um país só avança quando pode contar com a fé, a confiança e o entusiasmo dos seus jovens. A juventude é insubstituível!

É isso, um forte abraço,

Democracia exige respeito às leis

Prezado amigo filiado,

Prezada amiga filiada,

Ser otimista ou pessimista não muda os fatos, mas sou otimista. Sempre acho que teremos boas notícias, depois de episódios ruins. Agora mesmo, estou aguardando boas notícias sobre a sucessão presidencial, uma vez que as últimas informações, infelizmente, não podem ser vistas como positivas.

A impunidade do presidente da República é assustadora. Confesso a vocês que tem sido um constrangimento ver o presidente Lula da Silva no comando de uma campanha eleitoral antecipada e totalmente ilegal.

Nessa batida, na minha avaliação, o processo político do Brasil acabará perdendo totalmente a credibilidade. Como convencer algum interlocutor de país civilizado que vivemos numa democracia com igualdade nas condições de disputa eleitoral entre partidários da oposição e do governo? Não vivemos.

Este deboche do presidente Lula e da ministra-candidata Dilma Rousseff correndo o país em campanha eleitoral ilegal com a desculpa esfarrapada de visita às obras do PAC é vergonhoso para todos nós e representa uma afronta aos marcos legais.

Não tenho dúvidas a este respeito, mas volto a dizer a vocês que sou otimista e acredito, sinceramente, que haverá providências contra essa ilegalidade por iniciativa do Ministério Público e por decisão da Justiça e da sociedade.

Um forte abraço,





quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Mande um e-mail para o DEM

Você pode participar do DEM também pelo e-mail. Envie-nos sugestões, elogios, enfim, o que desejar para o e-mail angradem@yahoo.com.br

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

História do DEM em Angra dos Reis

O PFL foi fundado em Angra nos idos de 1984 tão logo foi criado a nível nacional.
A idéia nasceu com o ex-prefeito José Luiz Ribeiro Reseck então secretário municipal de obras, junto com Urbano Pereira, João Massad, Besaleu, Hamilton dos Anjos, Queiroz, entre outros. Naquela época aqui existiam o PMDB, PDS, PT e o PDT.
Em 1985 tivemos a primeira eleição para prefeito e vice-prefeito, para um mandato tampão de três anos pois estávamos deixando de ser Área de Segurança Nacional. O PFL venceu as eleições e Reseck foi eleito prefeito e Urbano o vice, numa disputa com mais quatro candidatos. Na época, o governo do PFL foi considerado um dos melhores, guardadas as proporções, pois a população era de 60.000 habitantes e obras importantes foram realizadas apesar das restrições orçamentárias. Entretanto o maior serviço foi a busca da ampliação dos recursos orçamentários para captação dos royalties do petróleo.
Ao final do governo, o PFL prosseguiu na disputa eleitoral para as eleições de 1988, mas não conseguiu sucesso. Naquele ano o candidato foi João Massad e Jorge Elias Miguel o vice. Em 1992 lançou novamente o ex-prefeito Reseck que não venceu. Em 1996 o PFL lançou João Carlos Rabello mas também não venceu. Em 2000, participou da aliança com o PDT e diversos outros partidos que elegeram Fernando Jordão e o mesmo ocorreu em 2004.
Assim o partido, com sua representação municipal desde sua fundação, além de prefeitos sempre elegeu vereadores e na eleição de 2004 com uma aliança proporcional com outros partidos elegeu Ricardo Dutra - atual presidente da Câmara Municipal e o engº Marco Aurélio, e sempre manteve a luta de forma liberal. Em 2007 com a mudança de nome, continua com os mesmos ideais de luta pela manutenção da democracia, e dos ideais de seus fundadores como o saudoso Aureliano Chaves, o senador Marco Maciel e tantos outros importantes políticos dos cenários federal, estadual e municipal.
Atualmente, sob a presidência de João Massad, vem mantendo os mesmos ideais, trazendo novos parceiros para que possamos sempre estar participando do desenvolvimento do município. Nosso ideal é ter um partido forte, atuante dentro ou fora do governo municipal mantendo-se firme nas propostas visando garantir melhor qualidade de vida a população de forma honesta e transparente, fiscalizando as atividades políticas e governamentais em nosso município.
Nos próximos dias, visando fortalecer mais ainda nossas fileiras criaremos oficialmente o DEM Jovem e o grupo Feminino, bem como os núcleos nos bairros mais afastados do centro.
Oportunamente vou encaminhar a relação dos nomes e funções dos membros do Diretório Municipal e dos Conselhos.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

História do DEM


O PFL nasceu após a derrota da emenda constitucional que previa a volta das eleições diretas. Na época, Paulo Maluf havia sido escolhido candidato pelo Partido Democrático Social (PDS), o partido que dava sustentação ao regime militar. governo mil. Descontentes com a indicação e simpatizantes do movimento das diretas já, integrantes do PDS criaram a Frente Liberal. Eles eram dissidentes do regime. No grupo estavam os seguintes líderes: Aureliano Chaves (então vice-presidente da República), o senador Marco Maciel, o atual presidente do PFL, Jorge Bornhausen, o então senador Guilherme Palmeira (AL), o então senador José Sarney e o então deputado Saulo Queiroz (MS), entre outros deputados que haviam votado em favor das diretas.

Reunidos no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Aureliano Chaves, líderes do PMDB e da Frente Liberal formaram a Aliança Democrática. O documento "Compromisso com a Nação", de 7 de agosto de 1984, selou o compromisso de pacto entre o PMDB e a Frente Liberal. A partir do acordo, foi formalizada a chapa de Tancredo para presidente e Sarney para vice. Indicado pela Frente Liberal e ex-presidente do PDS, José Sarney, filiou-se ao PMDB. Com a morte de Tancredo, meses depois, Sarney assumiu a Presidência da República.

Em 1985, 25 prefeitos filiaram-se ao PFL. Em 1986, o Partido elegeu sete senadores e 118 deputados federais (o maior número de sua história). Elegeu ainda 231 estaduais (também o maior número de sua história e um governador. Em 1988, elegeu 1.058 prefeitos o maior número de sua história.

Em 1998, elegeu 105 deputados federais e cinco senadores, ficando com uma bancada de 16 senadores. Elegeu ainda seis governadores, o maior número da sua história. Em 2000 elegeu 1.028 prefeitos e 9.648 vereadores. Em 1996, O PFL elegeu 10.152 vereadores e 934 prefeitos.

Hoje, o Partido tem 17 senadores, 64 deputados federais, o governador do DF, 119 deputados estaduais eleitos e 789 prefeitos.

Foi com a força do voto que o PFL passou a exercer notável influência na República, principalmente nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, quando o senador Marco Maciel foi eleito vice-presidente. Em 2002, com a eleição de Lula, o PFL assumiu o exercício da Oposição.

Resumindo: O PFL NASCEU DA REBELDIA E DO DESTEMOR

Iniciada em 2005, a fase final da refundação do PFL acontece agora, com a troca de nome para Democratas e a renovação do comando que passará a ser exercido pelo deputado Rodrigo Maia (RJ).

Hoje, em 2007, o PFL vai dar lugar ao Democratas, o Partido de um novo Brasil. E o que se pode dizer é que em 22 anos de atuação partidária, o PFL teve comportamento inatacável em defesa da democracia e das liberdades públicas, da ordem constitucional, da luta contra a desigualdade social, dos direitos humanos, da melhor distribuição de Justiça e da redução dos impostos para permitir a volta do desenvolvimento.

O PFL sempre se destacou na defesa da democracia. Com sua transformacão em Democratas, o que está se retomando é mesmo espírito criativo e firme da ação política de 1984. Agora, uma nova geração de políticos assumirá a responsabilidade de oferecer propostas concretas de desenvolvimento ao país.

– Assim como a Nova República retirou o País do regime militar, nós, democratas, vamos impedir que o Brasil seja levado pelo populismo – afirma Jorge Bornhausen ao transferir o comando partidário.“Estamos renovando nossa estrutura com a escolha de Rodrigo Maia para a presidência. Essa nova geração vai conduzir nossa proposta de fazer do Brasil um País desenvolvido, livre da pobreza, da injustiça e da violência”, completa.

O PFL sempre agiu de forma coerente na defesa da democracia. Nasceu com a Nova República e nunca desonrou seus objetivos: a consolidação de um regime de liberdade, justiça e desenvolvimento. O PFL jamais traiu esse trinômio.

Agora, transforma-se em Democratas na fase final do seu processo de refundação para melhor desenvolver, atualizar e modernizar seu compromisso democrático. Os democratas vão levar adiante o legado oposicionista do PFL, partido que nasceu em 1984 para transformar a candidatura de Tancredo Neves à Presidência da República no grande pacto democrático da Nova República.

A Frente Liberal que, em 1985, depois da eleição de Tancredo Neves, se transformou no PFL foi a coluna fundamental da arquitetura política de 1984. Essa arquitetura permitiu que o Brasil desse o grande salto civilizado, sem sangue ou violência, sem rupturas temerárias que foi a fundação da Nova República.

A Frente Liberal foi recebendo adesões enquanto a candidatura Tancredo Neves se consolidava, mas nasceu e se desenvolveu a partir de um pequeno núcleo. No primeiro encontro com Ulysses Guimarães, Presidente do PMDB, estavam Jorge Bornhausen, Guilherme Palmeira, Marco Maciel, José Sarney e Saulo Queiróz.

Aureliano Chaves, então Vice-Presidente da República, era o grande ícone do desafio à incompetência política do general Figueiredo para conduzir sua sucessão e revelaria coragem ao desafiar o temperamental Presidente no palanque do desfile do Sete de Setembro. O gesto de Aureliano dava visibilidade à grande ruptura com o Governo e, "por via de conseqüência", como ele dizia, com o regime militar. Em janeiro de 1985, depois de seis meses de atuação aberta a Frente Liberal já era identificada como embrião de um novo partido e detinha voz e voto nas decisões da grande aliança de Oposição que se formou em tomo de Tancredo.

O resultado dessa ação política é conhecido de todos. A democracia avançou no Brasil graças ao trabalho dos líderes políticos da aliança democrática em defesa do consenso em torno de dois esteios da modernidade: a democracia política e a economia de mercado.

Dois grupos ficaram na resistência ao consenso em torno da democracia e da modernidade: os malufistas (já que Maluf era o candidato a Presidência da República contra Tancredo Neves) e os líderes do PT, à frente Luiz Inácio Lula da Silva, numa jogada do maior cinismo, para se mostrar "diferente". O PT chegou ao cúmulo de expulsar deputados federais que ousaram discordar do absenteísmo imperdoável. Esses dois grupos – o de Maluf e o do PT–, não por acaso, passados 22 anos, voltaram a se unir nas eleições de 2004 e de 2006.

PFL: EQUILÍBRIO E MODERAÇÃO

A solução negociada da Nova República, conduzida de forma impecável pelos líderes da Frente Liberal e por Tancredo Neves, foi uma admirável demonstração da arte da política.

Para viabilizar legalmente sua candidatura a Vice-Presidente da República, por indicação expressa da Frente Liberal, o senador José Sarney inscreveu-se no PMDB. Ele era o único do grupo do PFL que preenchia as exigências legais do momento. Havia uma brecha na legislação que permitia aos senadores eleitos pelos extintos Arena e MDB mudar de partido sem cumprir interstícios.

Evitando o sangue, a violência, a intransigência brutal, conquistou-se a plena liberdade em que vivemos pelo paciente e difícil caminho da persuasão e do argumento moral.

Nossos atestados de origem, a avaliação do peso da nossa contribuição e, principalmente, a identificação dos criadores do partido constam de documentos históricos e dos testemunhos que nos deixaram Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, Afonso Arinos, Aureliano Chaves e outros protagonistas insuspeitos daqueles dias decisivos.

Democratas - Comissão Executiva Nacional - Assessoria de Imprensa

O Partido da Frente Liberal foi fundado em 24 de janeiro de 1985, logo após a eleição indireta do então governador mineiro, Tancredo Neves, do PMDB, à Presidência da República. Tancredo morreu antes mesmo de tomar posse, e o vice, José Sarney, governou o Brasil por 5 anos com o apoio do PFL. O registro do PFL no TSE foi feito em 11 de setembro de 1986.