quarta-feira, 28 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
A juventude é insubstituível!
Prezada amiga filiada,
Prezado amigo filiado,
Quero pedir que todos vocês façam uma reflexão séria a respeito da fraude dos exames do ENEM. Muitas coisas, nos últimos tempos, me deixaram indignado, mas este caso quase me tirou do sério. Estou impressionado com mais este marco de incompetência e de desrespeito do governo do PT com a juventude do nosso país.
Nada menos que 4,5 milhões de estudantes se preparavam para fazer o exame. Todos dependiam dos resultados para garantir acesso às universidades e ao mercado do trabalho. O governo, no entanto, não teve a menor cautela e falhou miseravelmente na sua responsabilidade, no seu dever de assegurar oportunidades iguais para todos.
A fraude adiou planos, limitou sonhos e destruiu esperanças. Fiquei pensando que os jovens já enfrentam inúmeras dificuldades como a falta crônica de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, além da ausência de uma política nacional de segurança. Na periferia das grandes cidades, eles são os principais alvos do crime organizado.
Como podemos manter o entusiasmo e a confiança em um cenário devastador como esse? Temos de renovar valores como a honestidade e a crença no futuro. Logo ali adiante podemos passar nosso país a limpo. E precisamos lutar, com força, contra a desesperança. Um país só avança quando pode contar com a fé, a confiança e o entusiasmo dos seus jovens. A juventude é insubstituível!
É isso, um forte abraço,
Democracia exige respeito às leis
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
História do DEM em Angra dos Reis
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
História do DEM

O PFL nasceu após a derrota da emenda constitucional que previa a volta das eleições diretas. Na época, Paulo Maluf havia sido escolhido candidato pelo Partido Democrático Social (PDS), o partido que dava sustentação ao regime militar. governo mil. Descontentes com a indicação e simpatizantes do movimento das diretas já, integrantes do PDS criaram a Frente Liberal. Eles eram dissidentes do regime. No grupo estavam os seguintes líderes: Aureliano Chaves (então vice-presidente da República), o senador Marco Maciel, o atual presidente do PFL, Jorge Bornhausen, o então senador Guilherme Palmeira (AL), o então senador José Sarney e o então deputado Saulo Queiroz (MS), entre outros deputados que haviam votado em favor das diretas.
Reunidos no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Aureliano Chaves, líderes do PMDB e da Frente Liberal formaram a Aliança Democrática. O documento "Compromisso com a Nação", de 7 de agosto de 1984, selou o compromisso de pacto entre o PMDB e a Frente Liberal. A partir do acordo, foi formalizada a chapa de Tancredo para presidente e Sarney para vice. Indicado pela Frente Liberal e ex-presidente do PDS, José Sarney, filiou-se ao PMDB. Com a morte de Tancredo, meses depois, Sarney assumiu a Presidência da República.
Em 1985, 25 prefeitos filiaram-se ao PFL. Em 1986, o Partido elegeu sete senadores e 118 deputados federais (o maior número de sua história). Elegeu ainda 231 estaduais (também o maior número de sua história e um governador. Em 1988, elegeu 1.058 prefeitos o maior número de sua história.
Em 1998, elegeu 105 deputados federais e cinco senadores, ficando com uma bancada de 16 senadores. Elegeu ainda seis governadores, o maior número da sua história. Em 2000 elegeu 1.028 prefeitos e 9.648 vereadores. Em 1996, O PFL elegeu 10.152 vereadores e 934 prefeitos.
Hoje, o Partido tem 17 senadores, 64 deputados federais, o governador do DF, 119 deputados estaduais eleitos e 789 prefeitos.
Foi com a força do voto que o PFL passou a exercer notável influência na República, principalmente nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, quando o senador Marco Maciel foi eleito vice-presidente. Em 2002, com a eleição de Lula, o PFL assumiu o exercício da Oposição.
Resumindo: O PFL NASCEU DA REBELDIA E DO DESTEMOR
Iniciada em 2005, a fase final da refundação do PFL acontece agora, com a troca de nome para Democratas e a renovação do comando que passará a ser exercido pelo deputado Rodrigo Maia (RJ).
Hoje, em 2007, o PFL vai dar lugar ao Democratas, o Partido de um novo Brasil. E o que se pode dizer é que em 22 anos de atuação partidária, o PFL teve comportamento inatacável em defesa da democracia e das liberdades públicas, da ordem constitucional, da luta contra a desigualdade social, dos direitos humanos, da melhor distribuição de Justiça e da redução dos impostos para permitir a volta do desenvolvimento.
O PFL sempre se destacou na defesa da democracia. Com sua transformacão em Democratas, o que está se retomando é mesmo espírito criativo e firme da ação política de 1984. Agora, uma nova geração de políticos assumirá a responsabilidade de oferecer propostas concretas de desenvolvimento ao país.
– Assim como a Nova República retirou o País do regime militar, nós, democratas, vamos impedir que o Brasil seja levado pelo populismo – afirma Jorge Bornhausen ao transferir o comando partidário.“Estamos renovando nossa estrutura com a escolha de Rodrigo Maia para a presidência. Essa nova geração vai conduzir nossa proposta de fazer do Brasil um País desenvolvido, livre da pobreza, da injustiça e da violência”, completa.
O PFL sempre agiu de forma coerente na defesa da democracia. Nasceu com a Nova República e nunca desonrou seus objetivos: a consolidação de um regime de liberdade, justiça e desenvolvimento. O PFL jamais traiu esse trinômio.
Agora, transforma-se em Democratas na fase final do seu processo de refundação para melhor desenvolver, atualizar e modernizar seu compromisso democrático. Os democratas vão levar adiante o legado oposicionista do PFL, partido que nasceu em 1984 para transformar a candidatura de Tancredo Neves à Presidência da República no grande pacto democrático da Nova República.
A Frente Liberal que, em 1985, depois da eleição de Tancredo Neves, se transformou no PFL foi a coluna fundamental da arquitetura política de 1984. Essa arquitetura permitiu que o Brasil desse o grande salto civilizado, sem sangue ou violência, sem rupturas temerárias que foi a fundação da Nova República.
A Frente Liberal foi recebendo adesões enquanto a candidatura Tancredo Neves se consolidava, mas nasceu e se desenvolveu a partir de um pequeno núcleo. No primeiro encontro com Ulysses Guimarães, Presidente do PMDB, estavam Jorge Bornhausen, Guilherme Palmeira, Marco Maciel, José Sarney e Saulo Queiróz.
Aureliano Chaves, então Vice-Presidente da República, era o grande ícone do desafio à incompetência política do general Figueiredo para conduzir sua sucessão e revelaria coragem ao desafiar o temperamental Presidente no palanque do desfile do Sete de Setembro. O gesto de Aureliano dava visibilidade à grande ruptura com o Governo e, "por via de conseqüência", como ele dizia, com o regime militar. Em janeiro de 1985, depois de seis meses de atuação aberta a Frente Liberal já era identificada como embrião de um novo partido e detinha voz e voto nas decisões da grande aliança de Oposição que se formou em tomo de Tancredo.
O resultado dessa ação política é conhecido de todos. A democracia avançou no Brasil graças ao trabalho dos líderes políticos da aliança democrática em defesa do consenso em torno de dois esteios da modernidade: a democracia política e a economia de mercado.
Dois grupos ficaram na resistência ao consenso em torno da democracia e da modernidade: os malufistas (já que Maluf era o candidato a Presidência da República contra Tancredo Neves) e os líderes do PT, à frente Luiz Inácio Lula da Silva, numa jogada do maior cinismo, para se mostrar "diferente". O PT chegou ao cúmulo de expulsar deputados federais que ousaram discordar do absenteísmo imperdoável. Esses dois grupos – o de Maluf e o do PT–, não por acaso, passados 22 anos, voltaram a se unir nas eleições de 2004 e de 2006.
PFL: EQUILÍBRIO E MODERAÇÃO
A solução negociada da Nova República, conduzida de forma impecável pelos líderes da Frente Liberal e por Tancredo Neves, foi uma admirável demonstração da arte da política.
Para viabilizar legalmente sua candidatura a Vice-Presidente da República, por indicação expressa da Frente Liberal, o senador José Sarney inscreveu-se no PMDB. Ele era o único do grupo do PFL que preenchia as exigências legais do momento. Havia uma brecha na legislação que permitia aos senadores eleitos pelos extintos Arena e MDB mudar de partido sem cumprir interstícios.
Evitando o sangue, a violência, a intransigência brutal, conquistou-se a plena liberdade em que vivemos pelo paciente e difícil caminho da persuasão e do argumento moral.
Nossos atestados de origem, a avaliação do peso da nossa contribuição e, principalmente, a identificação dos criadores do partido constam de documentos históricos e dos testemunhos que nos deixaram Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, Afonso Arinos, Aureliano Chaves e outros protagonistas insuspeitos daqueles dias decisivos.
Democratas - Comissão Executiva Nacional - Assessoria de Imprensa


